quinta-feira, 30 de junho de 2016

ASFALTO DE 'MENTIRINHA' DO GOVERNO DO ESTADO: É PARA RECAPEAR A ESTRADA OU APENAS PEDAÇOS DELA?




O asfalto que o Governo do Estado, através da Sinfra, está colocando na MA 119 Paulo Ramos a Lago da Pedra, pode ser uma grande roubada. De acordo informações recentes de um deputado estadual da região, o serviço tem que ser de recapeamento de toda a estrada e não apenas de alguns trechos dela, como vem sendo feito, até agora. Se quiserem economizar asfalto, vai sobrar para o bolso do contribuinte. Assim não dá!
 
O Blog vai pedir informações à Sinfra, nos próximos dias, para confirmar uma coisa ou outra: OU É ASFALTO MESMO ou É APENAS TIRAS DE ALFALTO. Pode ser o já conhecido Asfalto à 'prestação', como fizeram no começo da cidade de Paulo Ramos (proximidades do Posto Machado), quando colocaram numa extensão de, aproximadamente, 150 metros ou um pouquinho mais.
 
Aguardem que vamos buscar as respostas, inclusive do valor do contrato e da empresa. Essa é a parte mais 'importante', que mexe com o bolso dos maranhenses - já cansados de enfrentar trapaças as mais diversas por durante décadas.
 
Aguarda-se de algum vereador, de Paulo Ramos ou de Lago da Pedra, uma atitude, para demonstrar respeito e zelo à população.



SENADORA GLEISI HOFFMANN QUERIA FORO PRIVILEGIADO PARA O MARIDO BERNARDO. SERIA A LEI DA 'ATRAÇÃO'?

Senadora Gleisi e seu marido, Paulo Bernardo, ex-ministro do planejamento: ela, bonita, mas sem razão.


FORO PRIVILEGIADO PELO.... ‘CASAMENTO’: É A PRIMEIRA VEZ QUE O BRASIL FICA DIANTE DESSA ‘PROPOSTA’ INDECENTE.

 
O Brasil talvez não fique esculhambado tão cedo, mas é certo que, para isso, falta muito pouco... bem pouquinho, talvez quase nada, para ser mais honesto, preciso e direto.
 
A mais nova farra da corrupção que a Polícia Federal está ‘cuidando’ é a tal da Operação “Custo Brasil” (leia-se custo no bolso do brasileiro; deixemos de hipocrisia nos termos).
 
Um dos presos da operação – que agora já está solto, é o senhor Paulo Bernardo, ex-ministro do Planejamento de Lula. Ele é também o marido da senadora Gleisi Hoffmann– um nomão bonito demais.
 
Pois é.... veja bem. A senadora argumenta – como ele também, que o processo de Paulo Bernardo tem que ir para o Supremo Tribunal Federal – STF. O ministro Dias Toffoli disse “não”, apesar de mandar soltá-lo, ontem.
 
Moral da história: Paulo Bernardo, ao que se sabe, não exerce cargo que lhe conceda o foro privilegiado.... sua ação deve correr na Vara de São Paulo, por razões que a Lei processual define como normal.
 
Por que, então, o seu processo deveria ir para o STF? Por que mesmo... me diga?
 
Seria só pelo fato de sua mulher ser senadora, e por isso, ter direito ao foro por prerrogativa de função? Que ‘atração’ é essa, que ninguém entende, muito menos os pobres, que não têm mulher senadora ou deputada federal?
 
É.... parece que querem esculhambar, de vez, a República.
 
Façamos um pedido: não esculhambem o Brasil, rápido assim; façam ao menos de duas vezes.
 
Vão desprivilegiar o foro: todo mundo, agora, quer ir para o STF (a propósito de o ex-ministro do Planejamento querer ser processado no Supremo, tão só pelo fato de ser marido da senadora Gleisi Hoffmann).
 
Os políticos e a classe dirigente se superam.... eles ainda vão trazer mais ‘novidades’. E ainda somos obrigados a esperar. Já viu?

AUDIÊNCIA PÚBLICA REALIZADA PELO PROMOTOR DE JUSTIÇA RODRIGO FREIRE JÁ TRAZ BENEFÍCIOS À POPULAÇÃO.




AUDIÊNCIA PÚBLICA DA POLUIÇÃO SONORA FAZ PAULO RAMOS DORMIR MELHOR.

 

A decisão, bem pensada e muito necessária, da Promotoria de Justiça de Paulo Ramos, de realizar, na terça-feira, 28, uma audiência pública, tratando da poluição sonora, especialmente em bares da cidade, já repercute, de modo positivo, em franco benefício de sua população – carente, sim, em outras áreas, como, por exemplo, a da segurança pública.
 
Parece propaganda, mas as noites, a partir de terça-feira – mesmo dia da audiência, já permitiram um sossego considerável e indiscutível para toda a coletividade, envolvida, há muito, num assunto que virou ‘praga nacional’: a perturbação da tranquilidade alheia causada pelos ‘consumidores’ de som automotivo/’paredim/paredão’, nas proximidades de bares e clubes espalhados na cidade. Estes instrumentos, infelizmente, têm se alojado, pasmem!, até mesmo em porta de residências, trazendo uma série de aborrecimentos e demais dissabores, desembocando em conflitos pessoais de monta.
 
Os ‘provedores’ de zoada, ao que parece, acham que têm direito adquirido ao barulho doentio, com suas parafernálias potentes e caras, daí a capacidade de tais instrumentos causarem problemas, não só de convívio, mas até de saúde (surdez, arritmia cardíaca, descontrole arterial, insônia, enxaqueca e outros).
 
Para se ter uma ideia, algumas pessoas em Paulo Ramos já estão fazendo uso de medicamentos para dormir. Esta, acredite, é a situação de vizinhos do ‘Bar da Zeta’, no bairro Mutirão, em Paulo Ramos, nas noites de festas – quando o movimento e a zoada vão até 5 ou 6 da manhã. No mês passado, o “Bar da Zeta” fez uma folia que só terminou lá pras 9 horas do outro dia. É mole ou quer mais? Teve vizinho que foi parar no Hospital, para tomar remédio para pressão alta.
 
É bom frisar que o referido “Bar da Zeta” é um estabelecimento improvisado no próprio quintal da residência da dona, de mesmo nome.
 
Os vizinhos, em dia de folia, já sabem qual é a ‘solução’: se preparar para dormir pouco e comprar diazepam – uma quase esculhambação para ninguém botar defeito.
 
Pergunta-se: ninguém tem nada a ver com esse tipo de situação?
 
Certo é que a Prefeitura pouco tem feito para enfrentar o problema que, diga-se de passagem, é pra lá de antipático. Os vereadores, idem. Não se tem notícia de um dos 11 membros que compõem a Câmara Municipal, com plano de qualquer providência ou mesmo sugestão, para contornar o problema – uma constatação, triste, de que os representantes do povo estejam, provavelmente, defendendo a população de outro município, menos as pessoas de Paulo Ramos – igualmente na questão do “gado de rua”.
 
Como esse é um ano de eleição, fica a sugestão para que o eleitor guarde na lembrança o nome dos 11 vereadores atuais, e pergunte aos candidatos se eles querem mesmo ser eleitos para legislar/trabalhar a favor de Paulo Ramos, ou vão ficar defendendo pessoas de outro Planeta.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

AEROPORTO PERIGOSO: ATERRISSAGENS QUE DÃO UM FRIO NA BARRIGA.

Avião no Caribe: banhistas se 'acotovelam' com medo do bicho da asa dura.


AEROPORTO CAUSANDO MEDO. SÓ DE OLHAR DÁ UM FRIO NA BARRIGA.

 
Avião, sabemos, é um transporte seguro... sim o avião foi feito para ‘voar’, andar pelos ares e, assim, convence-nos que a segurança é, digamos assim, quase total, com exceção daquelas vezes em que, por ‘um ou outro descuido’, a coisa desanda... quando isso acontece, já sabe, não é? Depois, só resta cuidar da caixa-preta.
 
Pois bem. Esta ‘cena’, meio esquisita, para não usar outro termo, é corrente (isso mesmo, corrente), no aeroporto Princesa Juliana, em San Martinho/Antilhas, no Caribe.
 
Ali, as pessoas estão na praia e, de repente, lá se vem o aviãozão, querendo aterrissar..... as pessoas já se ‘acostumaram’; agora, aproveitam para tirar ‘vantagem’ com o inusitado. Uma voltinha em San Martinho, com certeza, exige uma voltinha para ‘sentir’ a aterrissagem de seu aeroporto.
 
Se alguém estiver em pé e ainda der um pulo meio alto, quando a aeronave passa, é capaz de ser atingida. Os banhistas já se acostumaram com o ‘cenário’ bizarro. Alguns aproveitam para amenizar o medo da perigosa passagem, tirando fotos para publicar, como essa. Também, no caso de São Martinho, não tem outro jeito, já que a rota do aeroporto exige passar por ali, durante as chegadas. A solução ideal é fazer de conta que é apenas um filme.
 
O pior é que tudo ‘não passa de realidade’..... e muito perigosa. Aliás, este é considerado um dos mais perigosos aeroportos do planeta
 
Eu, hein?!

AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE POLUIÇÃO SONORA: HOUVE 'POLÊMICA' E MUITOS GANHOS À SOCIEDADE.

Audiência Pública sobre poluição sonora na Câmara Municipal

Poderes Públicos: sequência Sgtº. S. Neto, Thiago José, José Alex (Prefeitura), Fernando Rezende/Delegado, Rodrigo Freire/Promotor de Justiça e Andrei/Guarda Municipal.
 
advogado José Alex/Prefeitura.



AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE A POLUIÇÃO SONORA PROVOCA ‘POLÊMICA’.... MAS TRAZ GANHOS À SOCIEDADE PAULORRAMENSE.

 
A cidade de Paulo Ramos, nesta terça-feira, 28, pela manhã, na Câmara Municipal, teve a oportunidade de enfrentar um assunto que, há meses, vem pedindo para ser analisado e discutido, com vistas à obtenção de uma providência: a poluição sonora (leia-se zoada), especialmente a causada por estabelecimentos comerciais, como bares e clubes. Não só. Também aquela poluição causada por donos de veículos automotivos que, diga-se de passagem, atuam junto a estes estabelecimentos.... os donos de veículos, valendo-se de instrumentos potentes e caros, dão-se ao luxo de se ‘divertir’, usando os tais “paredim”/”paredão”, no estilo ‘pancadão’, deixando à população só a parte mais ruim: o barulho sem freios, a zoada estridente, concorrendo, assim, para jogar o sossego e a tranquilidade das pessoas na lata do lixo.
 

E assim alguns usuários têm se comportado, especialmente nos finais de semana, quando a vizinhança de alguns bares tem sido impedida, até mesmo de ligar uma simples televisão – já que, ligando o respectivo aparelho, pouco adianta, pois os tímpanos não conseguem derrotar a violência do barulho ensurdecedor, que, às vezes, vai pelas noites e atravessa as madrugadas. É o barulho que traz danos... à tranquilidade, ao sossego e à saúde.

 
Pessoas que têm problema de pressão alta, por exemplo, que usam aparelho de marcapasso, que tomam remédio controlado, notadamente idosas, têm sido levadas a enfrentar muito sofrimento, gerando, em algumas situações, um problema de saúde pública, uma vez que, por conta de algumas ocorrências, pacientes já foram levados para o Hospital Municipal, por conta de pressão arterial alterada, em situação de emergência... e até perigo de vida.

 
A audiência pública foi organizada e conduzida pelo titular da Promotoria de Justiça na Comarca, Dr. Rodrigo Freire, com a participação das Polícias civil (Dr. Fernando Rezende/Delegado) e militar (Sargento S. Neto), Prefeitura de Paulo Ramos (advogados José Alex Barroso, Otaci Lima e Thiago ‘Sebrae’/Arrecadação e Tributos), Guarda Municipal (Andrei) e o Jornalista Flávio Rocha.

 
O evento contou com a presença de pessoas da população, incluindo donos de estabelecimentos comerciais e proprietários de veículos.

 
Importante registrar que a audiência pública, na Câmara de Vereadores, contou com a intervenção de pessoas da cidade e do interior, incluindo, além dos expositores (Promotor Rodrigo Freire, Delegado de Polícia Fernando Rezende, advogados José Alex e Otaci Lima, Sargento S. Neto e Andrei), oportunidade em que tais atores mostraram a necessidade de se buscar a regulação da atividade comercial, para que os estabelecimentos não perturbem o direito da coletividade/vizinhança, trazendo-lhes danos e prejuízos, pela perda do sossego e da tranquilidade.

 
Em alguns pontos da cidade de Paulo Ramos, pessoas já fizeram abaixoassinado para pedir providência, tanto que, há mais de 10 dias, o Promotor de Justiça, Rodrigo Freire baixou inclusive uma Recomendação sobre o assunto, distribuindo-a aos interessados, em toda a cidade.

 
Durante a audiência, alguns jovens chegaram a reclamar que a cidade não tem um lugar apropriado para a utilização de aparelhos de som de alta potência, no que foi dito que essa providência deveria ser encaminhada aos Poderes Públicos, para análise.

 
O advogado José Alex chegou a elogiar os proponentes da ideia (Thomas Andrade e outros), dizendo que: “me coloco à disposição de vocês para que essa reinvindicação chegue às autoridades competentes.”

 
Em face da reação de alguns poucos, o Dr. Rodrigo Freire chegou a ressaltar que ‘nós não estamos criando lei nova, tudo já existe há anos’, enquanto que o Dr. Fernando Rezende admitiu que é preciso agir, pois o assunto já está sendo enfrentado tarde demais. O delegado disse também que na Capital do Estado, há mais de 10 anos tem uma equipe móvel que monitora o barulho, inclusive nas praias e que, quando é preciso, age, com o objetivo de barrar condutas que infringem a lei, mas tudo em nome do interesse da sociedade.

 
Durante a audiência pública teve até mesmo reclamação do barulho ocorrido no Festival do “Galo Duro”, que ocorre em julho, às margens do Rio Grajaú, pois lá fazem zoada ‘a noite toda’, na época de movimento, disse um morador. Thiago, representando a Prefeitura, informou que ainda será feita uma reunião, nos próximos dias, para tratar do assunto, juntamente com uma equipe da Administração. 

 
Após a audiência, ficou pactuado que alguns encaminhamentos serão feitos, dentre os quais aqueles que visem a aquisição de um decibelímetro – aparelho que mede a pressão do som/barulho/ruído, para que a Polícia possa atuar, fazendo um trabalho mais eficaz, no interesse de toda a sociedade.

 
No entanto, o promotor Rodrigo Freire e o delegado Fernando Rezende deixaram claro que o citado aparelho é apenas um dos meios de prova, e que a sua falta não vai impedir a Polícia que aja, quando necessário, para coibir a conduta de praticar crime ambiental.

BINGO DE DOMINGO EM PAULO RAMOS CAUSA BAGUNÇA NO TRÂNSITO.

Cartela do Bingo da 'bagunça' de domingo....

... e o resto: carros, motos e gente, numa mistura com prejuízo ao trânsito.



veículo voltando de ré, por não poder passar por causa do Bingo.


BINGÃO DE DOMINGO EM PAULO RAMOS CAUSA BAGUNÇA NO TRÂNSITO: VEÍCULOS ERAM OBRIGADOS A FAZER ‘ARRODEIOS’.

 
Tem hora que o cidadão pensa que a bagunça que enfrenta no dia-a-dia, em alguns setores, já chegou ao limite.

 
É um grande engano. Às vezes, o pior lhe espera; ou seja, a coisa ruim e bagunçada ainda está por vir. Foi exatamente o que se viu em Paulo Ramos, domingo passado, 26, quando houve a ocorrência de um BINGO – aquela atividade que envolve premiação, de MOTOCICLETAS E DE DINHEIRO VIVO.

 
BINGO, como se sabe, é uma atividade ilícita, pois é uma contravenção penal bem definida pela Lei de regência – a LCP que, diga-se de passagem, está em pleno vigor.... até ontem, não havia sido revogada.

 
Os organizadores de BINGO sabem muito bem disso, mas eles confiam na omissão das autoridades. Os responsáveis por tais atividades também contam com a benevolência de outros setores. O resultado é o pior possível.

 
A parte da ilicitude, deixamos, claro, para quem tem competência para cuidar – a Polícia Civil, que tem a obrigação de investigar o assunto, por motivos que nem precisam ser elencados.

 
Mas vamos à outra parte, a da bagunça, praticada pelos BINGOS e a movimentação e/ou transtornos que eles causam.

 
O referido BINGO, no domingo, foi feito no local central da cidade – a Pça do Mercado, no exato espaço onde há um cruzamento, na parte principal da cidade. Como sempre, havia um bom aglomerado de pessoas – uns arriscando a ganhar; outros, arriscando a ficar mais pobres. Nesse confronto, saiu mais gente perdendo do que o contrário.

 
Mas o fato importante é que havia uma multidão, desorganizada, que acabou trazendo transtornos de monta para quem estava indo ou para quem estava vindo. Não havia ‘acordo’: por ali, ninguém passava com seu veículo, nem mesmo passando sebo; quando muito, o motorista podia dar marcha à ré, se quisesse diminuir os aborrecimentos e os transtornos. A única opção era pegar ruas adjacentes, traçando um percurso diferente, já que as vias normais estavam tomadas por motos paradas e gente.

 
É difícil imaginar como uma bagunça, vinda de uma ilegalidade tão clara, OS BINGOS, pode ser tão autoritária, pode ser tão peituda, a ponto de violar o direito de cidadãos de andar com seus automóveis, e logo envolvendo o principal trecho da via pública da cidade. Uma carreta grande, naquele dia, por exemplo, teria que esperar o Bingo terminar, já que a alternativa do ‘arrodeio’ poderia não servir, por conta das dificuldades de outras ruas, nem sempre largas a permitir o tráfego em condições normais.

 
Em tempos de muita bagunça, ‘aqui por baixo’, é preciso chamar São Pedro, para nos acudir.... as autoridades, ao que parece, entregaram-se à sua completa incapacidade de resolver assuntos tão simples – como organizar ruas em momentos da aglomeração.

 
Nessas condições, só resta esperar que os donos de BINGOS nos ajudem. Esperemos que eles demorem a fazer outro BINGO.

 
E caso façam outro, nos próximos dias, que a bagunça não seja maior do que essa que muitos cidadãos vivenciaram nesse domingo. Se não houver aumento da desordem, já é um grande avanço.

 
De já, em nome da população prejudicada, queremos agradecer aos próximos fazedores de BINGOS, mesmo tratando-se de uma atividade que transcorre pela vala da ilegalidade e que, portanto, não deveria ser autorizada, jamais.
 

terça-feira, 28 de junho de 2016

ASSALTOS FAZEM EX-JOGADOR DO SANTOS FECHAR DUAS LOTÉRICAS NO RIO.

Guga, ex-jogador do Santos: assaltos o fizeram fechar duas lotéricas no Rio de Janeiro.


EX-ARTILHEIRO DO SANTOS, GUGA DESISTE DE TER LOTÉRICAS. MOTIVO? ASSALTOS DEMAIS. E ‘ACREDITE: FEITOS POR BANDIDOS!
 
Não é de hoje que as dificuldades perseguem os brasileiros trabalhadores, aqueles que produzem, os que estão empenhados em tocar alguma atividade econômica, para prosperar, gerando empregos, ajudando o País na arrecadação de impostos, para sustentar a Máquina.
 
Muitos não toleram e também não aguentam os vários obstáculos, especialmente da burocracia, que ainda é grande e prejudica muito, no Brasil. Atualmente, o problema da segurança é um dos maiores entraves, já que os assaltos estão na ‘ordem do dia’, na ‘ordem da noite’ e também na ‘ordem da madrugada’. Os delinquentes, como se sabe, não têm horário certo para atuar. Quem dera que tivessem horário certo!
 
O ex-jogador do Santos, Guga, sabe muito bem dessa história. O ex-goleador, que após pendurar as chuteiras, na Vila Belmiro, comprou duas lotéricas, no Rio de Janeiro, mas não aguentou ficar no ramo. Motivo? Assalto... mais de 10 – um número que afugenta qualquer cidadão de bem, mesmo morando no Rio de Janeiro.
 
Tal foi a situação de Guga, que num determinado ano, aliás, num determinado dia, suas duas lotéricas foram assaltadas, quase simultaneamente, mais parecendo uma combinação diabólica de marginais sem escrúpulos, que não dão a mínima para os prejuízos alheios. Pensando bem, pedir que bandido tenha escrúpulos, aí é demais não é?
 
É lamentável dizer que o episódio envolvendo o ex-jogador de futebol, Guga, não é um caso isolado.... muitos donos de lotéricas em alguns estados, já tomaram decisão idêntica, fechando negócios, demitindo funcionários, sem ter o direito elementar de exercer uma atividade, com uma proteção tão básica – a segurança pública.
 
Em algumas cidades grandes, comerciantes chegam a pendurar placas, com os dizeres: “Já fui assaltado 13 vezes”, numa conduta para denunciar a omissão do Poder Público, de um jeito até cômico, talvez, para melhor enfrentar os dissabores da época de desassossego.
 
Fica a pergunta: até quando?

TERÇA-FEIRA PARA TEMPERAR COM BOM HUMOR:MILLÔR NOS AJUDA.

Millôr Fernandes, o 'filósofo' do humor ácido.


UMA BOA TERÇA PARA SEGUIR COM BOM HUMOR: OS TEMPOS EXIGEM ESSA RECEITA.


"Mais difícil do que um camelo passar pelo fundo de uma agulha é descobrir por que o camelo iria fazer isso."

Millôr Fernandes, o grande humorista (Bíblia do Caos, L&PM Editores, 2014). 


segunda-feira, 27 de junho de 2016

WESLEY SAFADÃO E A 'DOAÇÃO' QUE 'ENTROU ÁGUA': A PREFEITURA CANCELOU O EMPENHO DO SHOW.

Wesley Safadão: cadê a doação do cachê?


WESLEY, UM SAFADÃO NA ROTA DA 'SAIA-JUSTA'.

 
O cantor Wesley Safadão, como boa parte do Brasil tomou conhecimento, fez, no final de semana/Sábado, um Show em Caruaru, cuja polêmica era o fato de a festa ter sido um pouco salgada à contratante: o valor de R$ 575 mil, a ser bancado pela bondosa prefeitura de Caruaru.
 
O cantor, como muita gente também deve ter ficado ciente, depois que a polêmica ganhou ‘ares’, procurou a estratégia de dizer que iria ‘doar’ todo o cachê para as instituições de caridade de Caruaru. Até a Rede Globo (Bom Dia Brasil desta segunda), divulgou o ‘grande feito’ de Wesley, o qual justificou que tocaria o São João da cidade, mais por vontade e menos pelo dinheiro – conduta essa que causa estranheza, já que todo trabalhador é digno de seu salário. Tanto é que tal ‘iniciativa’ só foi tomada após inúmeros comentários negativos sobre o ‘gordo’ contrato – superior 3 vezes o valor do show do mesmíssimo cantor, em Campina Grande/PB, lá pertinho.
 
Pois bem.... a Prefeitura de Caruaru, simplesmente cancelou a nota de empenho do show – aquele documento que dá legitimidade à Prefeitura para fazer o contrato, honrando, após, seu pagamento. Não especificou, todavia, as causas para tal decisão, chamando a atenção de muitos, também por isso.
 
Ora, se o show foi feito, por que cancelar o empenho? Como cancelar totalmente o empenho? Quais as causas da decisão tomada? Bem....
 
A Prefeitura não disse como fará para ‘equacionar’ o problema.
 
Resumo da ópera: a ‘doação’ que Wesley tanto alardeou na mídia não vai poder acontecer, ou seja, nenhuma instituição beneficente e/ou de caridade vai botar a mão em grana alguma. Wesley Safadão terminou por ganhar a ‘simpatia’ de alguns, por fazer ‘aquela’ propaganda enganosa, ‘fora de época’.
 
No Brasil é assim: alguns saem no lucro até mesmo quando enganam abertamente.
 
Wesley Safadão: faz jus ou não ao nome artístico?

A FRASE DE MILLÔR FERNANDES, PARA COMEÇO DE SEMANA.

Millôr Fernandes, saudoso humorista.



FRASE PARA COMEÇO DE SEMANA, SOBRE OS NOSSOS POLÍTICOS E O NOSSO “PAULARMENTO”:

 
“ISTO SIM É UM CONGRESSO EFICIENTE! ELE MESMO ROUBA, ELE MESMO INVESTIGA, ELE MESMO ABSOLVE.”

 
Millôr Fernandes, saudoso humorista, sempre muito atual e ácido em suas apreciações políticas.

RAPPER AMERICANO PRESO POR CAUSA DE APENAS UM PALAVRÃO. QUE LUGAR É ESSE?

Rapper americano 50 Cent: No Caribe, dinheiro só paga fiança quando o Tribunal abrir.


RAPPER É DETIDO E CONTINUA PRESO POR CAUSA DE UM PALAVRÃO. A LEI DO CARIBE É ASSIM.
 
Você sabe o que é ser preso e não poder sair, por causa de apenas um palavrão? Você entendeu, direito?
 
Essa, acredite, é a situação do famoso Rapper americano 50 Cent – um nome meio esquisito que os cantores famosos se colocam, para impressionar os ET´s, inclusive os de Varginha em Minas Gerais.
 
Mas o fato, lamentável e também hilário, é que 50 Cent – que é ricaço, mas é ‘viciado’ em palavras de baixo calão, não poderia repetir isso, no Caribe, pois lá é proibido. Foi até avisado, antes de sua apresentação. O Rapper não se conteve em segurar aquilo que ele tem de ‘melhor’ em seu cardápio de confusões. Não deu outra: acabou de falar o palavrão, a Polícia já estava aguardando ele fechar a boca, para soletrar o termo por completo. Foi ‘tiro e queda!’.
 
Após ser autuado em flagrante, na Delegacia local 50 Cent foi autorizado a pagar uma fiança. O problema não era o dinheiro. É que o Tribunal local não funciona aos finais de semana. O resultado? 50 Cent, desde sábado, continua detido, já que o Tribunal de lá só abre hoje, nesta segunda.
 
Agora, é torcer para que lá no Caribe não seja feriado.
 
Tem palavrão que custa tão caro, viu!
 
Tenho a impressão de que 50 Cent ainda vai xingar em muitos lugares desse mundão. Mas garanto que, quando tiver chegando perto do Caribe, ele vai usar só palavra bonita... ele vai fazer questão de ‘escolher a dedo’.
 
É capaz de ele ficar ‘irreconhecível’. O ruim é quando ele sair de lá, querer descontar no primeiro que aparecer na sua frente. Vai ser preciso a vítima, ao menos, falar o nome do Caribe, bem alto. Pode até não ‘igualar’, mas vai chegar bem perto.
 
Se a Lei do Caribe é boa ou ruim, essa não é a questão. Lá, palavrão dá encrenca grossa, mesmo que envolva Rapper famoso, com fortuna de mais de R$ 200 milhões.

domingo, 26 de junho de 2016

A PRISÃO DE JOBSON, EX-ATLETA DO BOTAFOGO E OUTROS CLUBES: A VIDA COMO ELA É.

Jobson, ex-atleta do Botafogo e outros times.



A VIDA COMO ELA É: O DESTINO DEPENDE SOMENTE DE NÓS?

 
Um domingo para uma reflexão ‘diferenciada’, mas sem eliminar, por completo, a leveza que permite uma análise bem tranquila sobre alguns assuntos ‘duros’ de lidar.
 
Crônica, por Alex Barroso (advogado).
 
Começo a minha crônica, tendo como ‘inspiração’ o futebol, cujo objetivo principal, imagina-se, é construir um circuito de alegria e diversão para muitos, desembocando em grandes emoções. Refiro-me à alegria, como aspecto para deixar a vida melhor, num tempo de muitas ocorrências ruins.
 
No passado, o futebol era assim, quando havia a presença do amor à camisa, vestindo grandes propósitos; era quando o sujeito colocava o ‘coração na chuteira’. Hoje, o ‘amor do futebol’ está mais ligado à questão monetária, ou seja, ao dinheiro – esse bichinho que, se mal administrado – e a depender do personagem envolvido e às circunstâncias dos fatos, pode levar à uma combustão, cuja queima pode trazer grandes labaredas.... as cinzas, por isso, são inevitáveis, até por uma questão muito lógica.
 
Aliás, fogo rima com cinzas. E, geralmente, quando há cinzas, é porque houve fogo. Gostaram?
 
Sim, eu mencionei o ponto de partida, como sendo o futebol; preciso fazer uma pequena correção, para incluir um personagem objeto dessa infeliz ‘queima’: o jogador de futebol Jobson Leandro, ex-atleta do Botafogo e de outros clubes, há tempos, inserido, até o pescoço, num ‘gramado’ diferente, com ‘alambrado’ bem delimitado e, ao mesmo tempo, infinito, a depender do gosto do cliente que decide pender à criminalidade, degustando de seus delírios e de suas desgraças.
 
A última ‘epopeia’ de Jobson – o das páginas policiais, foi deixar patente seu envolvimento num episódio de estupro, um crime abjeto, com consequências deletérias às suas vítimas – na maioria das vezes, adolescentes e até crianças, cuja pouca idade jamais permite falar em muitas coisas, menos em sexo, por razões que independem de qualquer explicação complementar.
 
O ex-atleta, uma promessa que assinava seu nome, a partir das jogadas bonitas e dos gols que fazia, agora, mudou de lado; aliás, Jobson mudou faz tempo – quando começou com a indisciplina e até as drogas, naquele conhecido embalo da fama repentina que atormenta as cabeças desprotegidas de boas companhias e/ou orientações. Jobson, por conta de seu ‘mau comportamento’, chegou ao ponto de ser banido do futebol mundial por um período, não tendo direito, sequer de treinar em qualquer time oficial, incluindo o seu Botafogo.
 
Em outro episódio, em sua terra natal – Conceição do Araguaia/PA, Jobson chegou a ser preso, por embriaguez ao volante e resistência, saindo da cadeia, depois de dois dias, quando pagou fiança.
 
No mundo do futebol, faça-se justiça, essas cabeças desprotegidas diminuem. Mas elas ainda existem, e não são poucas, dado o universo extenso dos jogadores.
 
Há poucos dias, a TV Record fazia uma reportagem, com um final, além de triste, lamentável. O personagem central era um ex-atleta do São Paulo que, após deixar a vida glamourosa e cheia de regalias, ensejada pelos gramados e bons salários, ‘optou’ por abraçar os furtos a caixas eletrônicos de grandes bancos em São Paulo, dizendo-se ‘dependente’ do dinheiro para compensar o padrão de vida perdido com a ‘aposentadoria’. O jogador-bandido, após ser preso algumas vezes e até ter cumprido parte da condenação criminal, agora diz-se ‘disposto’ a recuperar a dignidade e a liberdade perdidas, ante suas próprias escolhas, cuja namorada também foi atraída aos lances delinquenciais do futuro marido. Já fora da prisão, as lágrimas do jogador se encarregavam de contar histórias que seu interior escondiam.
 
Só o futuro vai dizer o que vem depois de sua ‘bonita’ retórica.
 
Voltemos ao Jobson que chegou à criminalidade, usando como ‘trampolim’ os gramados, ainda no tempo do Botafogo: sua ficha criminal só aumenta de tamanho e talvez não esteja no fim. Desta vez (a próxima é só depois, logicamente), o ex-jogador é acusado de estuprar adolescentes, envolvidas com festas em sua chácara na cidade de Couto Magalhães/TO, onde está preso por força de prisão preventiva, desde quinta-feira, 23. O fato, talvez, seja um incentivo ao contrário à sua ficha criminal que já fez o ex-jogador frequentar os xadrezes em oportunidades, também infelizes, quando se imaginava que a Polícia estaria a cometer equívocos e/ou abusos. A imaginação cedeu espaço à dura realidade de Jobson, cujo calvário não mais se presta a comover ninguém.
 
É óbvio que, ante a fase da apuração policial e em decorrência de regra contida na Carta Magna, não se pode, ainda, falar de culpado. Mas é forçoso concluir que, pelas circunstâncias do triste episódio – envolvendo 4 garotas, incluindo até mesmo uma menor de apenas 12 anos, afastar a responsabilidade do jogador é tarefa a que poucos se arriscam – nem mesmo a família, agora voltada a enfrentar novos escândalos daquele a quem depositava credor de uma vida mais do que promissora.
 
Se é cedo demais para dizer que as ‘escolhas’ de Jobson não deram muito certo, talvez não seja muito tarde para dizer que o ‘destino’ do infeliz jogador pode lhe trazer uma reviravolta, caso faça novas ‘escolhas’.
 
Mas é preciso entender que estas escolhas devem ser buscadas por quem tem o propósito de construir um novo destino, alterando ‘rotas’, inclusive aquelas que desembocam no mundo da criminalidade, que só distribui dissabores e muitos prejuízos.
 
Agora, se Jobson vai buscar novas escolhas, só o tempo vai dizer. Afinal, a vida deve ser vivida como ela é.
 
O destino, parece-me, nem sempre depende dos outros.
 
Esse é o caso de Jobson. Fazer o quê?

CANTORA JOELMA PASSA VERGONHA EM SHOW NO MARANHÃO.


Sim, esta é a banda de Joelma, ex-Calypso.


CANTORA JOELMA PASSA VERGONHA EM SHOW NO MARANHÃO.

 
Não é preciso ir longe, para constatar que a coisa, no Brasil atual, está ‘preta’... se brincar, a coisa vai piorar tanto que deverá faltar tinta para mudar a cor de ‘muitas coisas’.
 
Joelma, ex-banda calypso e ex-Ximbinha, no domingo passado, 19, soube muito bem o que essa fase significa, em tempos de arrocho econômico: ao fazer um show na cidade de Caxias, no Maranhão, a cantora quase não subiu ao palco. Motivo? Pouca gente. O aglomerado de gente era tão pequeno, que as pessoas presentes tiveram que ficar bem próximas do palco, para diminuir os constrangimentos à cantora, sempre acostumada a servir grandes multidões.
 
As razões do minguado público são várias. Mas não há dúvida de que as dificuldades econômicas tiveram influência de monta, já que os ingressos não poderiam ser mais baratos. A entrada do show de Joelma, em Caxias, custava apenas R$ 20,00 – situação que nos faz concluir que o único detalhe envolvido para a recusa do povo, pode não estar ligado, somente, à questão econômico-financeira. O fracasso do show seria uma retaliação da população, em favor de Ximbinha? Bem....  O pior de tudo, é que, de acordo com a organização do Evento de Festejo Junino, Joelma estava sendo apresentada como o “maior show do ano” – pelo menos na propaganda foi assim. Na vida real.....
 
Duas outras beldades – Cláudia Leite e Paula Fernandes, têm enfrentado uma maré ruim nesse mesmo quesito: shows seus já foram cancelados, pela falta de venda satisfatória dos ingressos – um acontecimento que serve para deixar qualquer artista sem querer pisar no chão direito.
 
Por enquanto, esse fenômeno de ‘pouca gente’, está longe de ser regular, ou seja, de virar rotina, atrapalhando a vida.... e os bolsos de empresários da música. Mas é bom que os cantores saibam que existe o período de ‘vacas magras – onde as dificuldades caem no colo, sem pedir licença.
 
Vamos aguardar o tempo ruim passar.... mas não há dúvida de que ninguém é capaz de dizer quando será o começo da fase boa.
 
Pelo visto, só resta, mesmo, aguardar.... e sentar.  A fase boa pode estar vindo de cavalo ou de jumento.
 
Ainda há um consolo: ruim mesmo é quando existe notícia de que ela – a fase boa, não vem, de jeito nenhum.
 
É sempre bom rezar.... tudo vale em nome de ‘tempos melhores’.